ARUA Summit e Galeria Providência homenageiam Mãe Celina de Xangô com mural no Largo da Prainha *
O ARUA Summit e a Galeria Providência homenageiam, neste domingo (20), Mãe Celina de Xangô, uma das principais vozes na preservação da memória afro-brasileira e da história da Pequena África. A inauguração do mural, criado pela artista Juliana Fervo, acontece às 16h, no Largo da Prainha, e celebra a trajetória da ialorixá, que participou das escavações arqueológicas do Cais do Valongo e é cofundadora da tradicional Lavagem do Cais do Valongo. À frente do Centro Cultural Pequena África, Mãe Celina dedica sua atuação à valorização da ancestralidade negra e das religiões de matriz africana.
O ARUA Summit é uma plataforma que conecta arte
pública, tecnologia, sustentabilidade, cultura e transformação urbana.
Apresentado pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro e idealizado pela
Visionartz, o projeto reúne exposições, instalações, debates, música e
intervenções em diferentes pontos do Centro e da Região Portuária. A
programação acontece até o dia 26 de setembro com galerias e coletivos no
Centro Cultural ARua, encontros do ARua Fala no MAR – Museu de Arte do Rio,
exposição “Quem me ensinou sabia”, de Guilherme Kid no MAR, novos murais na
cidade, Festival da Galeria Providência, atividades no MNBA e o Prainha
Musical, conectando arte, música, gastronomia e território no Largo da Prainha.
Todas as atividades são gratuitas e integram a Semana de Arte do Rio.
O ARUA Summit deixará também novas obras na paisagem
carioca. Três murais serão criados especialmente para esta edição: duas
empenas de um mesmo edifício na Praça Tiradentes – uma voltada para o Real
Gabinete Português de Leitura e outra para a Rua da Cerveja – e um terceiro na
parede dos fundos do Hospital Federal dos Servidores do Estado, ao lado do
Cais do Valongo.
ARUA e a integração com o
território
No dia 26 de setembro, o ARUA Summit terá um novo
capítulo no Morro da Providência, com uma ação do Festival Galeria Providência.
Criado no território e dedicado à arte urbana, o projeto transforma
paredes da comunidade em espaços de memória, representação e
Também em setembro, o hall de entrada do Museu
Nacional de Belas Artes receberá dois murais de arte urbana, realizados pela
artista baiana Isabela Seifarth e pelo projeto carioca Negro Muro. A
iniciativa integra a programação do ARUA Summit, em colaboração com o MNBA, e
marca uma nova etapa da reabertura do museu, que permaneceu fechado por
seis anos para obras.
Créditos: Andrea Pessoa | Atômica Lab
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa
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