Titãs incluem Porto Alegre (RS) e Ribeirão Preto (SP) na rota da turnê que celebra os 40 anos de "Cabeça Dinossauro" *
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| A banda Titãs. Créditos: divulgação |
Realizados pela 30e e apresentados pelo Itaú Live, os shows ocorrem nos dias 17 de julho e 5 de setembro, no Auditório Araújo Vianna (POA) e no Multiplan Hall (Ribeirão Preto), respectivamente; a pré-venda exclusiva para clientes do banco começa no dia 12 de maio, às 14h, e venda geral é a partir de 14 de maio, às 15h, ambas pelo site da Eventim
Depois da estreia em São Paulo e da passagem por
Belo Horizonte com a turnê “Titãs – Cabeça Dinossauro 40 anos”, realizada
pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao
vivo, e apresentada pelo Itaú Live, plataforma proprietária de
música do Itaú Unibanco, a banda formada por Branco Mello,
Sérgio Britto e Tony Bellotto anuncia duas novas
datas: em Porto Alegre (RS), no Auditório Araújo
Vianna, no dia 17 de julho; e em Ribeirão
Preto (SP), no Multiplan Hall, no dia 5 de setembro.
A pré-venda exclusiva para clientes Itaú tem 15% de desconto
no valor dos ingressos para compras realizadas com cartões de crédito do banco
e começa no dia 12 de maio, às 14h; já a venda geral
começa às 15h do dia 14 de maio, pelo site
da Eventim (acesse aqui).
Lançado pelos Titãs em 1986, Cabeça
Dinossauro rompeu padrões, desafiou o conservadorismo e traduziu, em
som e fúria, o espírito de um país em transição. O disco é considerado um dos
mais icônicos e provocadores da música brasileira. E é essa força de expressão
— de resistir, de questionar e de pensar o presente — que os três músicos
pretendem reacender com a tour “Titãs – Cabeça Dinossauro 40
anos”.
O Brasil tentava reaprender o significado de
liberdade depois de duas décadas de censura e autoritarismo quando o álbum
chegou às ruas e se tornou o retrato cru de uma geração inconformada. Quatro
décadas depois, em um país novamente atravessado por polarização e
intolerância, o grito de Cabeça Dinossauro volta a soar
necessário e atual — agora revisitado no palco por seus criadores, em um
espetáculo que reacende a potência de um dos trabalhos mais marcantes da história
do rock brasileiro.
“Cabeça Dinossauro marcou a nossa
carreira e a história do rock nacional, não há como negar. Inventamos ali o
nosso vocabulário - riffs fortes, vocais gritados, letras sintéticas e
precisas, etc. Isso, somado à temática das canções, deixou uma marca profunda
na nossa trajetória”, conta Sérgio Britto. Tony Bellotto comemora o
acontecimento. “É emocionante celebrar um álbum que permanece atual depois de
40 anos”. “Cabeça Dinossauro, Pança de Mamute, Espírito de Porco’. Dessa
pequena e poderosa letra composta em 1986 nasceu o título de um dos álbuns mais
lembrados e celebrados da nossa história. Cabeça Dinossauro está
fazendo 40 anos e é com imenso prazer que comemoraremos com nosso público essa
data tão especial”, completa Branco Mello.
Lançado em meio ao processo de redemocratização do
Brasil, Cabeça Dinossauro foi um divisor de águas. O país
tentava se reencontrar após duas décadas de ditadura, enfrentando uma crise
econômica e social profunda. Em um cenário em que a democracia ainda era uma
promessa frágil, os Titãs lançaram um álbum que abordava censura, fé, violência
e poder com uma crueza inédita. Com faixas como “Polícia”, “Igreja”, “Bichos
Escrotos” e “AAUU”, a banda confrontou a hipocrisia e o autoritarismo de uma
sociedade em busca de identidade. Produzido por Liminha, Vitor Farias e Pena
Schmidt, o trabalho se destacou pelo som agressivo, pela estética minimalista e
pelas letras que ecoavam o grito de uma juventude que queria ser ouvida.
A recepção da crítica foi explosiva. O disco foi
descrito como “violento”, “áspero” e “revolucionário” por jornais e revistas da
época. Adjetivos que, longe de reduzir sua potência, o consagraram como um
marco da cultura nacional. Décadas depois, o álbum figura em praticamente todas
as listas dos maiores álbuns da história do rock brasileiro e permanece atual
em sua mensagem de inconformismo.
“Celebrar os 40 anos de Cabeça Dinossauro é
reconhecer um dos discos mais transformadores da história da música brasileira
e o legado dos Titãs como uma banda que deu voz a diferentes gerações. Estar
presente nesse momento reforça a forma como o Itaú se relaciona com a música ao
longo de seus 100 anos: não como um espectador, mas como um agente que atua na
construção de acesso e de facilidades, viabilizando experiências e encontros
que ficam na memória. A pré-venda exclusiva e as condições especiais para
nossos clientes fazem parte desse papel de facilitador de jornada, sempre com o
objetivo de gerar principalidade e estar ao lado das pessoas nos momentos que ajudam
a contar a história do Brasil”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de
Experiências e Conexões de Marcas do Itaú
Branco Mello (voz e baixo), Sérgio Britto (voz e
teclados) e Tony Bellotto (voz e guitarra), acompanhados por Beto Lee (voz e
guitarra), Mário Fabre (bateria) e Alexandre de Orio (guitarra), recriam ao
vivo as músicas exatamente como foram gravadas há quarenta anos. O show segue a
ordem original das faixas e preserva a força do álbum, marcado pela produção
crua, sonoridade pesada e letras diretas — reunindo clássicos como “Polícia”,
“Bichos Escrotos”, “AAUU” e “Homem Primata”. A direção é de Otávio Juliano, que
também assinou o espetáculo Titãs Encontro e já trabalhou com nomes centrais da
música brasileira, como Caetano Veloso e Maria Bethânia.
Créditos: Comunicação
30e
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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