Nem só de moda vive 'O Diabo Veste Prada 2': importância da respiração consciente é retratada em filme *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Educadora integrativa Regina Pocay destaca como a cena sobre "respirar para acalmar" reforça a importância da autonomia emocional em ambientes de alta pressão
Maio de 2026 - O
filme “O Diabo Veste Prada 2”, um dos títulos mais comentados e assistidos do
momento, tem chamado atenção não apenas pelo universo fashion e pela volta de
personagens icônicos, mas também por um detalhe que ultrapassa o glamour: a
respiração consciente como ferramenta de regulação emocional.
A terapeuta integrativa e educadora comportamental
Regina Pocay, referência em respiração consciente, comenta que uma das cenas do
filme, em que a personagem Emily (vivida por Emily Blunt) orienta a filha com
uma técnica de respiração para atravessar um momento de ansiedade e crise, toca
em um ponto central do mundo real: o quanto pequenas pausas podem evitar que situações
de estresse escalem. “É muito simbólico ver isso aparecer em um filme
tão esperado e tão popular. Porque, na vida, é exatamente assim: a emoção sobe,
o corpo acelera e, se eu não me regulo, eu reajo no impulso. A respiração
consciente é o caminho mais direto para recuperar o centro e responder com
lucidez”, afirma Regina.
Alta pressão, autonomia emocional e o que o filme
espelha
Ambientado em um contexto de demandas intensas,
decisões rápidas e relações de trabalho e familiares complexas, o longa retrata
uma dinâmica em que autonomia emocional é necessária o tempo todo, inclusive em
personagens fortes e exigentes como Miranda Priestly (vivida por Meryl Streep).
Para Regina, esse é o “subtexto” que muita gente sente ao assistir: não é só
sobre moda; é sobre como não surtar quando a pressão aperta.
“O que a gente vê ali é o que muita gente vive no
trabalho e em casa: cobrança, urgência, expectativa, ego, medo de errar. E
quando o corpo está em alerta, a mente perde clareza. A respiração entra como
um ‘freio’ natural: ela acalma, organiza e devolve racionalidade”, diz.
Respirar é óbvio. Respirar com consciência é uma
escolha
Regina reforça que a respiração consciente vai além
de uma cena pontual: é uma prática que pode ser aplicada em situações simples e
reais: antes de uma conversa difícil, no trânsito, antes de uma reunião ou
quando a ansiedade aparece sem aviso. “Você não precisa parar a vida
para se cuidar. Você precisa aprender a voltar para si no meio da vida. E isso
começa no corpo. Começa no ar”, finaliza.
Créditos: Cris
Custódio | Escrita Certa
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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