Galatea percorre oito décadas da arte brasileira em nova coletiva *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Com obras de Alfredo Volpi, Di Cavalcanti, Guignard e Portinari, raramente exibidas em público, mostra atravessa paisagens urbanas e litorâneas, o cotidiano e o imaginário popular nacional
Maio de 2026 - A
partir de 28 de maio, a Galatea exibe Memórias
particulares — Oito décadas de arte brasileira, coletiva que
reúne obras mantidas durante décadas em um acervo privado, longe do circuito
expositivo, muitas delas raramente vistas em público. Com caráter
museológico, a mostra apresenta trabalhos produzidos entre as décadas de 1880 e
1980 por artistas como Alfredo Volpi, Alberto da Veiga Guignard, José Pancetti, Di
Cavalcanti, Candido Portinari, Anita Malfatti, Lasar Segall e Benedito
Calixto, agora organizados em um percurso curatorial e
expográfico desenvolvido especialmente para a ocasião.
Mais
do que uma reunião de obras históricas, a mostra revela um imaginário
específico de país entre o final do século XIX e ao longo do século XX. O
núcleo principal da exposição atravessa um Brasil associado à modernização, à
arquitetura, articulado também pelo pensamento geométrico e pela cultura
popular, um país que emoldura-se por tintas que evidenciam modificações
paisagísticas no universo agrário, urbano e litorâneo, assim como privilegiam a
exposição de um volume relevante da produção artística nacional.
Das
cenas portuárias de Benedito Calixto às composições de Alfredo Volpi, passando
pelas marinhas de José Pancetti, pelas figuras de Di Cavalcanti e pelas
paisagens de Alberto da Veiga Guignard, a seleção aproxima artistas brasileiros
de diferentes gerações, com trajetórias de amplitude nacional e internacional,
em torno de um mesmo horizonte simbólico.
Entre
os destaques estão duas pinturas raras de Guignard, incluindo a
monumental Paisagem Imaginária (1952), além de um núcleo
de marinhas de Pancetti e de um conjunto significativo de obras de Di
Cavalcanti realizadas entre as décadas de 1940 e 1960. Também ganham relevância
os trabalhos de Volpi e Milton Dacosta, cujas produções dialogam diretamente
com a consolidação de uma linguagem moderna ligada à geometria e à arquitetura
nacional.
Memórias particulares - Oito décadas de arte brasileira reúne
célebres artistas brasileiros em um uma curadoria permeada por obras que
rememoram a relevância histórica de seus autores, mas que visibilizam um acervo
que permaneceu durante décadas fora de circulação pública. Apresentadas em
conjunto, elas evidenciam aproximações formais e afinidades visuais entre
diferentes gerações da arte brasileira.
Artistas presentes: Agostinho Batista de Freitas, Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Arthur Luiz Piza, Benedito Calixto, Candido Portinari, Di Cavalcanti, Alberto da Veiga Guignard, Flávio de Carvalho, Gustavo Rosa, José Pancetti, João Carlos Galvão, Lasar Segall, Milton Dacosta, Megumi Yuasa, Samson Flexor e Victor Brecheret.
Sobre a Galatea
Sob
o comando dos sócios Antonia Bergamin, Conrado Mesquita e Tomás Toledo, a
Galatea conta com dois espaços vizinhos na cidade de São Paulo: a unidade
localizada na Rua Oscar Freire, 379 e a nova unidade localizada na Rua Padre
João Manuel, 808. A galeria também tem uma sede em Salvador, na Rua Chile, 22,
no centro histórico da capital baiana.
A
Galatea surge a partir das diferentes e complementares trajetórias e vivências
de seus sócios-fundadores: Antonia Bergamin, que foi sócia-diretora de uma
galeria de grande porte em São Paulo; Conrado Mesquita, marchand e colecionador
especializado em descobrir grandes obras em lugares improváveis; e Tomás
Toledo, curador que contribuiu para a histórica renovação institucional do
MASP, saindo em 2022 como curador-chefe.
Com foco na arte brasileira moderna e contemporânea, trabalha e comercializa tanto nomes consagrados do cenário artístico nacional quanto novos talentos da arte contemporânea, além de promover o resgate de artistas históricos. Idealizada com o propósito de valorizar as relações que dão vida à arte, a galeria surge no mercado para reinventar e aprofundar as conexões entre artistas, galeristas e colecionadores.
Serviço:
Memórias particulares — Oito décadas de arte brasileira
Local: Galatea Padre João Manuel
Endereço: R. Padre João Manuel, 808 - Térreo, São
Paulo - SP, 01411-001
Período expositivo: 28 de maio a 25 de julho de 2026
Horários: Segunda a quinta: 10h às 19h | Sexta: 10h às 18h | Sábado:
11h às 17h
Ingresso: Gratuito
Mais informações: https://www.galatea.art/
Instagram: @galatea.art_
Créditos: Edgard França | Cor Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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