Banda carioca PELVs volta aos palcos após 10 anos com show de abertura do Teenage Fanclub, no Circo Voador *
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| Foto meramente ilustrativa. |
O Circo Voador, um dos palcos mais emblemáticos da cena musical brasileira, recebe no dia 3 de setembro (quarta-feira) o show da banda escocesa Teenage Fanclub, uma das referências do indie rock mundial. Ícone cult do cenário alternativo, o grupo volta ao palco carioca depois de 14 anos, com um repertório que percorre mais de três décadas de carreira. Os ingressos já estão à venda pela Eventim, a partir de R$ 150,00 (meia-entrada, solidária) e R$ 300,00 (inteira).
Formada no início dos anos 1990, a PELVs surgiu da vontade de quatro jovens cariocas apaixonados pelo rock n`roll. A banda se destacou na cena independente nacional por incorporar de forma inventiva influências do rock internacional, com uma sonoridade marcada por guitarras altas, melodias melancólicas, psicodelia, indie e surf rock e uma atitude genuinamente alternativa. Desde o início, o grupo assumiu referências de bandas como R.E.M., Pixies, Dinosaur Jr., The Cure, Lloyd Cole e, especialmente, Teenage Fanclub — grupo com o qual a banda já dividiu o line up em 2004 no festival Molotov em Recife, e que torna o show no Circo Voador ainda mais simbólico.
A formação atual reúne Gustavo Seabra (voz e guitarra) e Rafael Genu (baixo) — ambos membros fundadores da banda — junto a Rodrigo Gordinho (guitarra), Ricardo Ribeiro (bateria), André Saddy (teclado), Clínio Carvalho (guitarra) e Daniel Develly (guitarra), com participação especial de Pedro Alcoforado no trompete. O grupo passou por diferentes formações desde sua origem e agora retoma as atividades com repertório que atravessa os quatro discos de estúdio: “Peter Greenaway's Surf“ (1993), “Members to Sunna” (1997), “Peninsula” (2001) e “Anotherspot” (2006).
“Peninsula”, que completa 25 anos em 2026, representou um ponto de inflexão na trajetória da PELVs. Com a experiência acumulada em estúdio, a banda alcançou um novo patamar de maturidade musical, combinando o ruído visceral do disco de estreia, “Peter Greenaway’s Surf”, com a complexidade melódica de “Members to Sunna”.
“É o momento mais ensolarado da PELVs. Até então, éramos mais barulhentos e intimistas. As canções sobressaíram e a surf music, que sempre esteve mais presente na estética da banda, se tornou protagonista”, relembra Gustavo Seabra. O álbum surgiu em um momento pouco favorável ao cenário de bandas brasileiras que cantavam em inglês, mas ainda assim conquistou crítica e público, reforçando o papel da PELVs como um dos principais nomes do indie nacional.
“Essa volta aos palcos é nostálgica e
desafiadora”, comenta Ricardo Ribeiro. “A banda está espalhada por quatro
estados diferentes, e o show do Teenage Fanclub acabou sendo a desculpa
perfeita para nos reunirmos.” Já Gustavo Seabra completa: “Estou muito
entusiasmado, ainda mais por tocar com uma das nossas bandas favoritas e em um
lugar emblemático como o Circo Voador”.
Créditos: Francisco Kalume | Palavra Assessoria em Comunicação
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Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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