PUCRS recebe a peça "O Céu da Língua" com Gregório Duvivier *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Dirigido por Luciana Paes, o espetáculo é uma comédia sobre a presença quase invisível da poesia no nosso cotidiano
Nos dias 12 e 13 de março, às 20h, a PUCRS Cultura e
a Pad Rock apresentam o espetáculo O Céu da Língua, estrelando Gregório Duvivier. As
apresentações ocorrem no Salão de Atos da PUCRS – Prédio 4 (Av. Ipiranga, 6681
– Partenon, Porto Alegre/RS).
O monólogo é uma comédia poética onde artista usa o
seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na
poesia e o assunto é prazeroso e divertido. No aniversário de 500 anos de Luís
de Camões, foi a peça de um brasileiro que roubou a cena em Portugal. Gregório
Duvivier, que não estreava uma peça nova há cinco anos, fez essa para
homenagear sua língua-mãe. Foi então que encontrou uma legião de pessoas que
compartilham dessa paixão.
“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo
de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio
de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça
que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, pra
isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.
A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de
Gregório no espetáculo de improvisação Portátil - e nos vídeos do canal Porta
dos Fundos. No palco, totalmente limpo, o instrumentista Pedro Aune cria
ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã
do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o
comediante e sua devoção pelas palavras. “Acredito que o Gregório tem ideias
para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de
qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que
estreia na função de diretora teatral.
Em uma cumplicidade com a plateia, Gregório mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e que a nossa língua não deve nada a nenhuma outra. Muito pelo contrário. Temos um manancial de poesia desperdiçada em cada conversa jogada fora.
Créditos:
Regina Albrecht | PUC-RS
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa

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